Lâmpada cirúrgica sem sombras, um equipamento de iluminação médica indispensável em cirurgias. Com o desenvolvimento contínuo da tecnologia médica, os indicadores de desempenho das lâmpadas cirúrgicas sem sombras estão em constante aprimoramento para atender às crescentes exigências dos médicos por esse tipo de iluminação.
Na década de 1950, com o objetivo de melhorar a iluminação da lâmpada sem sombras, a lâmpada sem sombras com múltiplas lâmpadas do tipo orifício foi produzida e utilizada na Europa e no Japão. Esse tipo de lâmpada sem sombras aumenta o número de fontes de luz e utiliza alumínio de alta pureza como um pequeno refletor para melhorar a iluminação. No entanto, devido ao aumento no número de lâmpadas desse tipo de lâmpada sem sombras, a temperatura da lâmpada sobe rapidamente, o que pode causar desconforto ao médico e ressecamento do tecido no local da operação, prejudicando a recuperação pós-operatória do paciente.
No início da década de 1980, o jornal diário começou a produzir lâmpadas cirúrgicas sem sombras com abertura de luz fria e fontes de luz halógena. No final da década de 1980 e início da década de 1990, surgiu a lâmpada cirúrgica sem sombras com refletor integrado. Essa lâmpada utiliza tecnologia de design assistido por computador para projetar a superfície curva do refletor. A superfície curva é formada por estampagem industrial em uma única etapa, resultando em um refletor poligonal. A fonte de luz dessa lâmpada sem sombras não só é tão brilhante quanto a luz do dia, como também não projeta sombras.
A primeira lâmpada cirúrgica sem sombras do mundo foi inventada no Reino Unido pelo professor francês Wayland na década de 1920. Ele colocou uma lâmpada de 100 watts no centro da cúpula da lâmpada, onde uma lente refrativa formada por vários espelhos planos estreitos e uniformemente distribuídos dava à lâmpada um formato cônico com a ponta arredondada. A segunda reformulação da lâmpada sem sombras ocorreu com a lâmpada de lâmpada única na França e a lâmpada de trilho nos Estados Unidos nas décadas de 1930 e 1940. Naquela época, a fonte de luz utilizada eram lâmpadas incandescentes, cuja potência chegava a apenas 200 watts, o filamento era grande, o caminho da luz não podia ser controlado e o foco era difícil; o refletor era feito de cobre polido, o que dificultava a reflexão e resultava em uma iluminação extremamente baixa.
No século XXI, os detalhes das lâmpadas cirúrgicas sem sombras têm sido continuamente otimizados. Além da melhoria dos parâmetros básicos de desempenho, como iluminância, ausência de sombras, temperatura de cor e índice de reprodução de cores, também existem requisitos rigorosos para a uniformidade da iluminação. Nos últimos anos, as fontes de luz LED têm sido utilizadas na indústria médica, o que também trouxe novas oportunidades para o desenvolvimento de lâmpadas cirúrgicas sem sombras.
Nos últimos anos, as lâmpadas LED sem sombras têm conquistado o mercado gradualmente. Elas possuem excelente efeito de luz fria, ótima qualidade de luz, ajuste contínuo de brilho, iluminação uniforme, ausência de cintilação na tela, longa vida útil, economia de energia e respeito ao meio ambiente.
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Data da publicação: 19/11/2021